segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Condecoração do Uniforça


União, garra e organização são elementos presentes na essência do Uniforça, projeto que não fica apenas envolvido na realização dos eventos da Força Jovem em geral, mas também visa o crescimento de seus componentes, através de constantes treinamentos na área de segurança para aprimorar a cada dia mais o seu trabalho, em benefício de toda a FJB e da sociedade.
Buscando sempre o aperfeiçoamento, a noite de 1º de setembro representa um marco na história do Uniforça, com a Condecoração de seus integrantes. Seguindo moldes militares, a cerimônia serviu para conceder a honra não somente aos formandos do curso de sobrevivência ou aos que receberam o brevê, mas a todos desta equipe, que foram consagrados para continuarem a se dedicar na função que desempenham.
A cerimônia
Ao som de trompete e tambores, os homenageados trouxeram as bandeiras do Brasil, da Força Jovem Rio de Janeiro e também de todos os projetos, realizando em seguida uma marcha cantada ao som da canção “Fibra de Herói”.
Antes do grande momento da noite, autoridades da área militar e da FJB-RJ falaram do valor deste projeto. A primeira palestrante foi Manuela Figueiredo, coordenadora do Uniforça-RJ, que explicou sobre as divisões táticas e a missão na Força Jovem Brasil. “Uniforça cresceu e ganhou nova forma, com equipe de segurança para assessorar pastores e autoridades em eventos – Kamikazes, também com o Resgate – com uma equipe de enfermeiros formados, brigadistas e socorristas; equipe de divulgação do crescimento do Uniforça – o DECOM (Departamento de Comunicação).”                                                                                                                                                                                                                                       
 Em seguida, alguns dos participantes da banca, como Rafael Salviano, fisioterapeuta do Clube de Regatas Flamengo, o Terceiro Sargento do Exército Carlos Eduardo Ventura e o instrutor de jiu-jitsu e de segurança Rodolfo Valentino, completaram a sequência de discursos. Os convidados também puderam ver algumas das iniciativas realizadas pelo projeto. 
 A entrega das medalhas e a consagração foram seguidas de uma mensagem que o Pastor André Souza, coordenador da Força Jovem Rio de Janeiro, falou:“Todos os projetos enfrentam de alguma forma um desafio, uma dificuldade, mas apenas os melhores vencem as dificuldades. Falam que o céu é o limite, mas o céu não tem limites e assim é o Uniforça.” Ao cair do óleo sobre as suas cabeças, todos os componentes buscaram honrar mais ainda o lema “Bom? Pode ficar melhor!” após o juramento às bandeiras, para serem exemplos não só dentro da igreja, mas para honrar também suas famílias e a obra de Deus.

Bom dia, bispo Júlio e querida dona Vivi!
Gostaria de compartilhar com os senhores a transformação da minha vida.
Antes de chegar à IURD, pertencia a uma igreja evangélica pentecostal, vivia uma vida religiosa e acomodada, casei por imposição do pastor dessa igreja, pois estava grávida e ele dizia que "a criança deveria nascer na bênção".
Uma vez que "passei o carro à frente dos bois", não observei o caráter do meu ex-marido, digo ex para resumir a história.
Quando entrei para a IURD, acreditei na mudança de vida, pois fiz o que me ensinaram. Mas para mostrar como minha vida era antes e como é agora vou tentar contar de uma forma muito simplificada.
Casei com um homem que adorava as noites, boates, mulheres (hoje ele tem 7 filhos com 4 mulheres diferentes), pagode, bebida, drogas... entre outras coisas.
Durante anos, ele camuflou sua mudança, pois falava da Bíblia como ninguém. Fingia ser o que não era; batizou-se, mas não morreu; mudou alguns hábitos, mas não de direção (conversão); deixou de beber muito, mas fingia beber socialmente; não ia a boates (por um tempo), mas não tirava a boate de dentro dele; deixou de consumir as drogas, mas achava normal conviver com os consumidores, e assim por diante...
Usava a Bíblia para me exortar de uma maneira que me colocava um fardo em vez de me ajudar....
Fomos obreiros, levantados a auxiliares de pastor, mas nem passamos disso, graças a Deus! O senhor perguntará: por que graças a Deus?
Concretizei um grande sonho, servir Deus no altar, mas toda a sinceridade que eu tinha para com Deus não foi suficiente para manter esse sonho, pois foi dentro da obra que me vi com várias perguntas que eu sabia as respostas, mas não queria acreditar....
Meu ex-marido (pastor) que tomava conta do grupo jovem, estava flertando com uma jovem e trocando mensagens com ela, enquanto eu assistia à reunião principal de domingo, às 09h30. Não hesitei nem por um segundo, após descobrir tal situação, fui de imediato falar com o bispo responsável para que ele pudesse me ajudar.
Resumindo: saímos da obra, mas como o meu ex-marido conseguia persuadir de uma maneira que ninguém acredita (só aqueles que o conhecem e foram enganados pela ovelha vestida de lobo pode dizer), ainda assim conseguiu um trabalho na igreja, pois sempre dizia que havia sido injustiçado.
Mas sei que o emprego só aconteceu pelo fato de ele ter de sustentar a mim e as minhas duas filhas. Porém, até no trabalho ele fingia ser o que não era. Ele trabalhava de madrugada, por essa razão havia uma menor supervisão. Durante a madrugada, ele saía para a balada e depois voltava, por volta das 5h da manhã, como se tivesse trabalhado a noite toda. E eu? Dormindo em casa com minhas filhas. Sem nem imaginar o que ele pensava que ficaria escondido para sempre. Mas como diz as escrituras:
“E não há criatura alguma encoberta diante Dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.” Hebreus 4.13
Mesmo vendo tudo aquilo, ainda sim eu tinha uma esperança: ser feliz! Havia em mim uma sinceridade. Ao longo da separação e divórcio lá se vão 3 anos, importante salientar que as conversas e acompanhamento com a dona Vivi foram de suma importância para a minha superação.
Mesmo sozinha e sem a ajuda dele como pai das minhas filhas, peguei tudo que eu tinha, economias que fiz para o dia difícil, ordenado, subsídio. Levantei até os cêntimos da minha conta, andei à procura das moedas dentro de casa, para eu não ficar nem com o valor de um pão... pois assim ficaria provado total dependência em Deus. O meu verdadeiro sacrifício.
Só me restava ser ABENÇOADA. O meu tudo pelo tudo de Deus.
E foi exatamente o que aconteceu. Conheci no Cenáculo do Espírito Santo o Deus do impossível, e dali foi gerada a minha bênção, um homem de Deus disposto a assumir a mim e minhas filhas como se fossem dele, que enfrentou o preconceito das outras pessoas como amigos e conhecidos pois ele assumira um mulher branca com duas filhas negras.
Não tenho vergonha de dizer que hoje tenho 30 anos, 2 filhas, uma de 13 e outra de 9 anos (Sara e Ester), um passado completamente diferente do meu presente, noiva e com o meu casamento marcado após um ano e meio de namoro, de acordo com os preceitos da Palavra de Deus (e para as pessoas que não sabem, sem sexo), dia 08 de setembro, às 16hs, na Igreja Universal do Reino de Deus em Almada, será escrita uma nova página no livro de nossas vidas. O nosso casamento.
Um forte abraço!
Anaísa Freitas

domingo, 16 de setembro de 2012




No universo dos crentes, o relacionamento com Deus é baseado no campo das palavras, tanto no ouvir como no falar com Ele. A maioria é viciada em pedir, receber orações e entoar louvores na ilusão de que só isso resolverá, ou então, acreditam que dizer: "Amém, aleluia, glória a Deus, tá ligado", quando recebem uma promessa bíblica, trará a solução.
Já no universo dos espíritas, principalmente umbandistas e candomblecistas, não existe a prática da oração. A fé é prática. A pessoa sabe que, se ela quer um "benefício" ou prejudicar alguém, tem que mostrar a sua fé arreando despacho, pulando muro de cemitério, derramando o seu próprio sangue etc.
Agora, vejamos como é o universo da fé que agrada a Deus e provoca a diferença prometida:
"Então, VEREIS outra vez a diferença entre o justo e o perverso , entre o que serve a Deus e o que não o serve." Malaquias 3.18
Quer dizer, se eu quero ver a diferença, tenho que sair do campo das palavras e fazer o que Ele determina que é servir, ou seja, tenho que mostrar que eu creio.
"Mas alguém dirá: Tu tens fé, e eu tenho obras; MOSTRA-ME essa tua fé sem as obras, e eu, com as obras, te mostrarei a minha fé." Tiago 2.18
Aqui está o segredo!
A chave que abre a porta para uma vida diferente: MOSTRAR!!!
E mostrar como Deus determina.
Veja como Ele determina: "Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a sua graça; mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará Ele a vossa pessoa? - diz o SENHOR dos Exércitos." Malaquias 1.9
Por isso, neste dia 23, entraremos no Santo dos Santos com a nossa oferta em mãos, MOSTRANDO a Deus que cremos.
SE EU QUERO VER, EU TENHO QUE MOSTRAR!
Bispo Clodomir Santos

quarta-feira, 5 de setembro de 2012


TESOURO Particular


“Eles serão para mim particular tesouro, naquele dia que prepararei, diz o SENHOR dos Exércitos; poupá-los-ei como um homem poupa a seu filho que o serve. Então, vereis outra vez a diferença entre o justo e o perverso, entre o que serve a Deus e o que não o serve.” Malaquias 3.17-18
Deus é o Supremo Criador, Soberano Senhor dos Céus e de todo o Universo. Toda a glória da riqueza e resplendor pertencem, exclusivamente, a Ele.
Quando Ele faz menção do Seu Tesouro Particular, significa dizer que todo o resto da criação torna-se inferior a esse Particular Tesouro.
Acredite se quiser, mas o infinito não é mais valioso do que Seu Particular Tesouro.
Para ser considerado Tesouro Particular tem de ser algo muito mais valioso do que toda a Sua criação. Do contrário, não justificaria ser considerado Particular Tesouro.
Deus criou todas as coisas usando apenas Sua Palavra. Porém, quando fez a criatura humana, Sua obra-prima, Ele usou as mãos. Foi a única criação feita com as próprias mãos.
Curiosamente, Sua obra mais gloriosa foi justamente a única que se rebelou e ainda se mantém rebelde contra Ele: o ser humano.
Por conta disso, para resgatá-la e torná-la Seu Particular Tesouro, Ele teve de pagar um valor que nem todos os demais tesouros dos Céus e do Universo juntos seriam suficientes para resgatá-la.
Quer dizer, o custo do resgate de Sua Obra-prima era maior do que toda a criação. Nem arcanjos, anjos, querubins, serafins e todos os demais seres celestiais reuniam valores suficientes para pagar o resgate.
O trabalho de resgate da criatura humana só poderia ser resgatado pelo Próprio Deus. Nada e ninguém poderia substituí-Lo.
Para tanto, Ele teve de Se dar, Se dividir para ter de volta Sua Obra-prima. Pela primeira vez, em toda a história Celestial e da Criação, o Deus-Filho, Jesus, teve de separar-Se da Santíssima Trindade: O Pai, o Filho e o Espírito Santo e vir ao mundo como homem.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012




Boa tarde, bispo.
Essa Igreja abriu há 3 semanas, em Angola.
Aos domingos, em média, participam 35 chineses. O pastor fala português e, quando necessário, o pastor auxiliar fala inglês. Aos domingos, temos um chinês, que frequenta a igreja há 6 meses, e fala português. Durante as reuniões, ele faz a tradução para o chinês.
Devido ao trabalho deles, a reunião principal é realizada aos domingos, às 16h. Durante a semana, o pastor tem andado pelas empresas de construção para evangelizar, e onde lhe abrem as portas, ele prega.
A grande dificuldade é que os chineses aqui trabalham muito e quase não têm tempo. Durante o dia, eles começam a trabalhar às 7h, param apenas 40 minutos ou 1 hora, no máximo, para o almoço e terminam por volta das 20h ou 22h, além disso, quase todos moram nas obras.
Que Deus abençoe o senhor e a família.
Bispo João Leite

segunda-feira, 6 de agosto de 2012




Era uma vez um rei que gostava muito de caçar. Dentre seus amigos que levava às caçadas, havia um que era muito piedoso e temente a Deus (ao contrário do monarca, que não se detinha às questões da fé).
Sempre que o rei conseguia abater um animal, aquele sujeito gritava:
— Tudo que Deus faz é bom!
E o rei se envaidecia destas palavras.
Um dia, quando o rei disparou sua arma de caça, o tiro saiu pela culatra, arrancando-lhe o dedão da mão direita.
Quando voltavam para casa, carregando o rei numa maca, o sujeito disse:
— É... Tudo que Deus faz é bom!
O rei ficou furioso, mandou prendê-lo num calabouço e jogar a chave fora.
Passado o trauma inicial do acidente, o rei e os seus demais amigos voltaram a caçar.
Numa destas viagens, o grupo caiu nas mãos de uma tribo de canibais e, um a um, eles foram sendo devorados pelos selvagens.
O rei ficou por último. Mas, quando chegou a sua hora, ao vir examiná-lo, o sacerdote dos canibais percebeu que lhe faltava o dedão da mão direita, desqualificou-o como oferenda e ordenou que o libertassem.
Ao voltar para seu reino, o rei mandou soltar seu amigo e contou-lhe toda a história.
— Eu lhe disse, meu rei, tudo o que Deus faz é bom! Se o senhor não tivesse perdido o dedão naquele dia, já estaria morto.
O rei se desculpou com seu amigo, por ter-lhe mandado prender. E fez-lhe uma pergunta:
— Meu amigo, eu ainda tenho uma questão não resolvida em meu coração. Se tudo o que Deus faz é bom, porque Ele permitiu que eu mandasse lhe prender? Porque permitiu que você, injustamente, ficasse dois anos atrás de uma grade?
- Ah, meu rei, tudo o que Deus faz é muito bom, pois, se eu não estivesse aqui preso, estaria agora na barriga dos canibais.
Colaboração: Bispo Marcos Pereira

quarta-feira, 11 de julho de 2012


O que mais falar sobre Abraão que não se tenha ensinado?
Contudo, há algo que poucos têm aprendido.
Nos muitos exemplos da vida de fé deste herói, ele tornou-se o referencial do Deus Vivo na Terra.


Isso não fica claro quando se fala em Deus com as pessoas.
Afinal de contas, cada ser humano tem considerado seu próprio deus.
Em geral, nos esportes, os loucos endeusam seus ídolos.
No mundo da música, outros loucos endeusam cantores.
Enfim, em cada segmento de sucesso, há sempre um deus idolatrado pela paixão popular.
Cada idólatra tem seu próprio deus.
Como separar o Único e verdadeiro Senhor Deus dos demais?
E como diferençar um filho de Deus dos idólatras?
A palavra "deus" significa um que é adorado.
Adoração ao filho constitui idolatria.
Adoração a qualquer humano, animal ou coisa constitui idolatria.
Por conta disso, crer em Deus não significa muito ou, praticamente, nada.
Contudo, a crença abraâmica mudou o sentido de se crer em Deus de forma inteligente.
Seu relacionamento com o Senhor Invisível ensina isto.
Ao invocarmos o Deus de Abraão, estamos dirigindo nossa fé, de forma inteligente, no Senhor que Se revelou a Abraão, fez-lhe promessas e as cumpriu nos mínimos detalhes.
Entre todas as religiões qual deus fez o mesmo com seus seguidores?
Alguém conhece outro deus que tenha cumprido suas promessas como o fez o de Abraão?
Somente Ele honrou e continua honrando Abraão e seus filhos na fé.
Abraão foi além da própria bênção.
Ele foi, é e sempre será o referencial de Deus em toda a Terra.
Quando, em o Nome do Senhor Jesus, oro e direciono meus pensamentos ao Deus de Abraão, a minha fé desperta.
Quando pronuncio o Deus de Isaque, a fé aumenta.
Quando completo minha concentração no Deus de Israel, o sangue da fé ferve e esqueço que estou no mundo.
Quando uso a fé no Deus de Abraão, no Deus de Isaque e no Deus de Israel é como se eu subisse a escada da fé até o Trono do Altíssimo.
Faça essa experiência você também.
Ao desafiar os profetas de Baal, o profeta Elias sabia que sua vida estava em jogo. Se sua oração não tivesse resposta imediata, seria morto. Então, orou:
“Ó SENHOR, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, fique, hoje, sabido que Tu és Deus em Israel, e que eu sou Teu servo e que, segundo a Tua palavra, fiz todas estas coisas.” I Reis 18.36
Sua oração não durou 20 segundos e o fogo desceu.
A manifestação gloriosa do Eterno e Único Deus, Desconhecido entre as nações, começou com Abraão.
Abraão ensina que não há limite na conquista pela fé.
Que não se deve medir esforços para praticar a fé inteligente.
Que a obediência incondicional à Voz de Deus foi sua cruz desde o princípio em que andou com o Altíssimo.
Com ele aprendemos que o tamanho da fé é medido pelo seu grau de sacrifício.
Com ele aprendemos a viver pela fé.
Com ele aprendemos a separar a fé da emoção, dos sentimentos do coração.
Com ele aprendemos a sacrificar.
Com ele constatamos a existência do Eterno Deus Criador.