sábado, 24 de novembro de 2012

Humilhação,Revolta e Fé



Não se trata de barganha, troca ou negócio. Muito menos de sorte.
A fé que ferve, ferve porque depende do Altíssimo.
Gideão foi um exemplo disso.
Sua escolha não se deu porque era um herói de guerra. Muito menos porque possuía armas militares ou talentos especiais.
Gideão e seus trezentos valentes só tinham humilhação, revolta e fé.
A humilhação acendia a revolta, e a revolta se misturava com a certeza.
Certeza de que o Deus de Abraão era o Deus Vivo.
Certeza de que Ele fez no passado, faz no presente e fará no futuro.
Por isso, não era aceitável aquela situação de calamidade.
Israel semeava, mas, na hora da colheita, seus inimigos se juntavam como gafanhotos e destruíam tudo. Não deixavam nada na terra.
Humilhação, ódio e fé eram as vestimentas de Gideão e seus valentes.
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas…” 2 Coríntios 10.4
Não tinham nada a perder.
Razão pela qual foram escolhidos a dedo por Deus.
O fundo do poço tem suas vantagens. Não deixa outra opção, senão depender da solução do Alto e gritar bem forte.
Essa é a fé da Fogueira Santa de Israel.
Iremos ao mesmo Vale onde estavam todos os inimigos de Israel.
“...cobriam o vale como gafanhotos em multidão; e eram os seus camelos em multidão inumerável como a areia que há na praia do mar.” Juízes 7.12
Apesar de numerosos e poderosos, aqueles inimigos também eram inimigos de Deus. Essa era a vantagem de Gideão.
Não importa o quão numerosos e poderosos são os nossos inimigos, eles também são inimigos do nosso Deus, o Senhor Jesus Cristo.
Da mesma forma como Gideão cercou seu arraial, no mesmo lugar e com as mesmas armas iremos enfrentá-los.
“Então, repartiu os trezentos homens em três companhias e deu-lhes, a cada um nas suas mãos, trombetas e cântaros vazios, com tochas neles.” Juízes 7.16
Tocaremos as trombetas - clamor da humilhação -, quebraremos os cântaros vazios com tochas neles e manifestaremos a revolta acesa com a fé viva nas promessas do Espírito de Deus.
Os trezentos exclamaram: espada pelo Senhor e por Gideão!
Nós também exclamaremos naquele mesmo lugar: espada pelo Senhor e pela IURD!
“Ao soar das trezentas trombetas, o SENHOR tornou a espada de um contra o outro…” Juízes 7.22
Também, ao soar das trombetas dos bispos e pastores da IURD do mundo inteiro naquele Vale, o ESPÍRITO DO SENHOR fará com que as armas dos nossos inimigos tornem-se contra si mesmos. E traremos a vitória em o Nome de nosso Senhor Jesus Cristo!

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Verdadeiro adorador




TUDO é possível ao que crê. Mas essa crença requer observâncias a certas regras para tornar o TUDO possível.
O Deus-Filho veio ao mundo para remover pecados e servir como Intercessor junto ao Deus-Pai. Mas somente para os que Lhe obedecem.
Portanto, Jesus é A Oferta do Deus-Pai para salvar ao que crê e é A Oferta daquele que crê para entrar na presença do Deus-Pai. Efésios 2.18
Jesus é o Véu Rasgado que permite acesso dos Seus servos ao Santo dos Santos.Hebreus 10.20
Três vezes o SENHOR Deus disse:
Ninguém apareça de mãos vazias perante Mim. Êxodos 23.15; 34.20; Deuteronômio 16.16.
Significa dizer que é impossível entrar na presença do Deus-Pai sem a oferta.
Toda a oferta apresentada ao Deus-Pai tem de simbolizar Jesus.
Se a oferta provém de um coração limpo, representa Jesus e o ofertante é aceito diante do Deus-Pai.
Se a oferta provém de um coração impuro, o ofertante não é aceito diante do Deus-Pai.
Em outras palavras: a vida cristã depende da oferta.
Meu Pai procura verdadeiros adoradores, disse Jesus. Ou seja, Meu Pai procura ofertantes.
Não se trata de dinheiro, bens móveis ou imóveis. Mas de algo que prove a dedicação sincera do coração.
Adoradores que O adorem em espírito e em verdade.
Cristãos que usem o intelecto (espírito, fé inteligente) e em verdade, isto é, através de Jesus (A Verdade).
Verdadeiros adoradores são verdadeiros ofertantes.
Falsos adoradores são falsos ofertantes.
Ninguém pode servir (ofertar-se, entregar-se) a dois senhores; porque ou há de aborrecer-se de um e amar ao outro ou se devotará a um e desprezará ao outro. Não podeis servir (ofertar-se, entregar-se) a Deus e às riquezas. Lucas 16.13
Essa é a razão de muitos "cristãos" serem fracassados. Suas ofertas não têm simbolizado o Senhor Jesus.
"Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque são estes que o Pai procura para seus adoradores."João 4.23
Em outras palavras, Jesus é O Caminho, A Oferta Viva, Limpa e Perfeita para o acesso à presença do Deus-Pai.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012


A Igreja Mudou a Minha vida

Boa tarde, bispo
Eu vejo e acho que a Igreja mudou. O Espírito Santo é o mesmo, o bispo Macedo continua a mesma bênção, mas a Igreja amadureceu.
Depois de oito anos, notei que a salvação, a fé e o Espírito Santo sempre foram prioridades na Igreja e continuam sendo, mas hoje vejo que a Igreja está lutando como se fosse o último dia de nossas vidas.
Achei maravilhoso o trabalho das caravanas de resgate para correr atrás de obreiros e pastores que deixaram a obra. Afinal de contas, um dia eles fizeram a obra com amor e merecem nosso carinho, isso demonstra que a obra da igreja não e só para o povo lá de fora, mas começa dentro da nossa própria casa que é a igreja, somos umafamília Universal.
Estou adorando o The Love School, que investe pesado no casamento.
Outra coisa é a fé inteligente. Faz tempo que o bispo fala sobre isso em seus livros, mas hoje a intensidade é gloriosa, e o nosso coração chega a pegar fogo!
As ofertas não são tão cobradas no altar e o povo dá com prazer, sem reclamar.
IURD TV é uma bênção, está salvando milhões de almas todos os dias. Antes, quando eu recebia aquelas fitas cassete com a mensagem do bispo Macedo, era uma alegria. Hoje e só ligar o computador. Bênção, bênção e bênção!
Em primeiro lugar, agradeço a Deus por nunca ter desistido de mim, e a todos vocês que um dia me telefonaram. Que Deus continue abençoando essa obra maravilhosa. Se eu for falar tudo o que sinto, ficarei aqui para sempre.
Bispo, estou seguindo as orientações do senhor e já estou vendo sinais de grandes mudanças. Em breve, verei a consumação da minha total vitória.
Estou indo com tudo para cima do diabo!
Fique com Deus.
Soraia

segunda-feira, 5 de novembro de 2012


De Muçulmanos ao Senhor jesus

Boa tarde, bispo.
Esta foto mostra o batismo nas águas de Murtala e Fatumata, que eram muçulmanos.
O casal chegou ao Cenáculo do Espírito Santo da Baixa da Banheira - Portugal, há 5 meses, com muitos problemas. Um desses problemas era no casamento, eles sofriam com muitas brigas e estavam à beira do divórcio.
Lembro-me quando o atendi pela primeira vez, ele dizia que tinha pensamentos de matar a esposa. Dentro de casa não havia paz, era um verdadeiro inferno. Porém, em pouco tempo participando das reuniões, eles começaram a ver a diferença em suas vidas. As brigas dentro de casa acabaram e tantos outros problemas estão se resolvendo.
Bispo, no segundo dia na Igreja, ele entendeu o significado do dízimo, e logo tomou a decisão de ser o próprio dízimo.
No terceiro dia em que ele estava na igreja, teve início a campanha de Israel do Monte Moriá, ele e a esposa foram uns dos primeiros a participar.
Após a reunião, fui conversar com ele, e perguntei se ele sabia o que era sacrifício. Ele me disse que a vida inteira tinha sacrificado para o diabo, através dos ensinamentos dos bruxos e para sua religião, mas agora entregaria toda sua vida para aquele Deus que estava conhecendo.
Logo depois, eles vieram para ser batizados nas águas. E o que mais me chamou atenção foi que ao orientá-los, antes do batismo, expliquei sobre renunciar a si mesmo em prol do Espírito Santo.
No final, eu perguntei se eles haviam entendido, e ele me disse que, uma certa vez, um amigo precisava de dinheiro para ir a um país buscar drogas, e lhe pediu emprestado, como ele não tinha, então deu sua BMW para o amigo vender e ir buscar a droga.
Então, ele me disse: "Se no passado eu sacrifiquei por um amigo, agora farei muito mais para o Espírito Santo".
A diferença não está no tempo em que a pessoa tem de igreja, mas na entrega total e completa ao Espírito Santo.
Pastor Alan Vitório - Portugal

domingo, 4 de novembro de 2012




Por que algumas pessoas têm "medo" de admitir que têm "medo"?
Só não tem "medo" quem não nasceu ou quem já morreu!
Veja o que diz o texto bíblico:
"Então, Jacó teve medo e se perturbou..." Gênesis 32.7
Os heróis da fé só foram heróis porque venceram seus medos, mas não houve sequer um deles que não tivesse medo.
Foi o caso de Gideão. Se ele não tinha medo, onde é que estava naqueles sete anos de domínio dos midianitas, amalequitas e povos do Oriente? Ele também estava dentro das cavernas, como toda a nação de Israel, acuado diante daquela real ameaça. Gideão não nasceu no dia em que foi chamado, ele estava lá desde o início da ocupação inimiga, mas, como o resto do povo, também estava travado pelo medo.
Tenho certeza que muitos estão se perguntando agora: Sendo assim, por que Deus o escolheu e usou para livrar o seu povo? Porque ele venceu os seus medos e entendeu que enquanto fosse escravo do medo também o seria de seus inimigos. Assim, ficou fácil para ele transpor seus medos. Lembrando que, mesmo medroso, ele também era revoltado!
Quem se revolta com a injustiça e com a vergonha que está a sua vida, antes de enfrentar e vencer os seus adversários, enfrenta e vence seus próprios medos!
Vença os seus medos e você fará toda a diferença! E também será, na Mão de Deus, um forte aliado na sua mudança de vida e na vida dos que estão a sua volta!!
Bispo Guaracy Santos
* Imagem ilustrativa: Reprodução do Filme "A Casa Silenciosa"

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Condecoração do Uniforça


União, garra e organização são elementos presentes na essência do Uniforça, projeto que não fica apenas envolvido na realização dos eventos da Força Jovem em geral, mas também visa o crescimento de seus componentes, através de constantes treinamentos na área de segurança para aprimorar a cada dia mais o seu trabalho, em benefício de toda a FJB e da sociedade.
Buscando sempre o aperfeiçoamento, a noite de 1º de setembro representa um marco na história do Uniforça, com a Condecoração de seus integrantes. Seguindo moldes militares, a cerimônia serviu para conceder a honra não somente aos formandos do curso de sobrevivência ou aos que receberam o brevê, mas a todos desta equipe, que foram consagrados para continuarem a se dedicar na função que desempenham.
A cerimônia
Ao som de trompete e tambores, os homenageados trouxeram as bandeiras do Brasil, da Força Jovem Rio de Janeiro e também de todos os projetos, realizando em seguida uma marcha cantada ao som da canção “Fibra de Herói”.
Antes do grande momento da noite, autoridades da área militar e da FJB-RJ falaram do valor deste projeto. A primeira palestrante foi Manuela Figueiredo, coordenadora do Uniforça-RJ, que explicou sobre as divisões táticas e a missão na Força Jovem Brasil. “Uniforça cresceu e ganhou nova forma, com equipe de segurança para assessorar pastores e autoridades em eventos – Kamikazes, também com o Resgate – com uma equipe de enfermeiros formados, brigadistas e socorristas; equipe de divulgação do crescimento do Uniforça – o DECOM (Departamento de Comunicação).”                                                                                                                                                                                                                                       
 Em seguida, alguns dos participantes da banca, como Rafael Salviano, fisioterapeuta do Clube de Regatas Flamengo, o Terceiro Sargento do Exército Carlos Eduardo Ventura e o instrutor de jiu-jitsu e de segurança Rodolfo Valentino, completaram a sequência de discursos. Os convidados também puderam ver algumas das iniciativas realizadas pelo projeto. 
 A entrega das medalhas e a consagração foram seguidas de uma mensagem que o Pastor André Souza, coordenador da Força Jovem Rio de Janeiro, falou:“Todos os projetos enfrentam de alguma forma um desafio, uma dificuldade, mas apenas os melhores vencem as dificuldades. Falam que o céu é o limite, mas o céu não tem limites e assim é o Uniforça.” Ao cair do óleo sobre as suas cabeças, todos os componentes buscaram honrar mais ainda o lema “Bom? Pode ficar melhor!” após o juramento às bandeiras, para serem exemplos não só dentro da igreja, mas para honrar também suas famílias e a obra de Deus.

Bom dia, bispo Júlio e querida dona Vivi!
Gostaria de compartilhar com os senhores a transformação da minha vida.
Antes de chegar à IURD, pertencia a uma igreja evangélica pentecostal, vivia uma vida religiosa e acomodada, casei por imposição do pastor dessa igreja, pois estava grávida e ele dizia que "a criança deveria nascer na bênção".
Uma vez que "passei o carro à frente dos bois", não observei o caráter do meu ex-marido, digo ex para resumir a história.
Quando entrei para a IURD, acreditei na mudança de vida, pois fiz o que me ensinaram. Mas para mostrar como minha vida era antes e como é agora vou tentar contar de uma forma muito simplificada.
Casei com um homem que adorava as noites, boates, mulheres (hoje ele tem 7 filhos com 4 mulheres diferentes), pagode, bebida, drogas... entre outras coisas.
Durante anos, ele camuflou sua mudança, pois falava da Bíblia como ninguém. Fingia ser o que não era; batizou-se, mas não morreu; mudou alguns hábitos, mas não de direção (conversão); deixou de beber muito, mas fingia beber socialmente; não ia a boates (por um tempo), mas não tirava a boate de dentro dele; deixou de consumir as drogas, mas achava normal conviver com os consumidores, e assim por diante...
Usava a Bíblia para me exortar de uma maneira que me colocava um fardo em vez de me ajudar....
Fomos obreiros, levantados a auxiliares de pastor, mas nem passamos disso, graças a Deus! O senhor perguntará: por que graças a Deus?
Concretizei um grande sonho, servir Deus no altar, mas toda a sinceridade que eu tinha para com Deus não foi suficiente para manter esse sonho, pois foi dentro da obra que me vi com várias perguntas que eu sabia as respostas, mas não queria acreditar....
Meu ex-marido (pastor) que tomava conta do grupo jovem, estava flertando com uma jovem e trocando mensagens com ela, enquanto eu assistia à reunião principal de domingo, às 09h30. Não hesitei nem por um segundo, após descobrir tal situação, fui de imediato falar com o bispo responsável para que ele pudesse me ajudar.
Resumindo: saímos da obra, mas como o meu ex-marido conseguia persuadir de uma maneira que ninguém acredita (só aqueles que o conhecem e foram enganados pela ovelha vestida de lobo pode dizer), ainda assim conseguiu um trabalho na igreja, pois sempre dizia que havia sido injustiçado.
Mas sei que o emprego só aconteceu pelo fato de ele ter de sustentar a mim e as minhas duas filhas. Porém, até no trabalho ele fingia ser o que não era. Ele trabalhava de madrugada, por essa razão havia uma menor supervisão. Durante a madrugada, ele saía para a balada e depois voltava, por volta das 5h da manhã, como se tivesse trabalhado a noite toda. E eu? Dormindo em casa com minhas filhas. Sem nem imaginar o que ele pensava que ficaria escondido para sempre. Mas como diz as escrituras:
“E não há criatura alguma encoberta diante Dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele a quem havemos de prestar contas.” Hebreus 4.13
Mesmo vendo tudo aquilo, ainda sim eu tinha uma esperança: ser feliz! Havia em mim uma sinceridade. Ao longo da separação e divórcio lá se vão 3 anos, importante salientar que as conversas e acompanhamento com a dona Vivi foram de suma importância para a minha superação.
Mesmo sozinha e sem a ajuda dele como pai das minhas filhas, peguei tudo que eu tinha, economias que fiz para o dia difícil, ordenado, subsídio. Levantei até os cêntimos da minha conta, andei à procura das moedas dentro de casa, para eu não ficar nem com o valor de um pão... pois assim ficaria provado total dependência em Deus. O meu verdadeiro sacrifício.
Só me restava ser ABENÇOADA. O meu tudo pelo tudo de Deus.
E foi exatamente o que aconteceu. Conheci no Cenáculo do Espírito Santo o Deus do impossível, e dali foi gerada a minha bênção, um homem de Deus disposto a assumir a mim e minhas filhas como se fossem dele, que enfrentou o preconceito das outras pessoas como amigos e conhecidos pois ele assumira um mulher branca com duas filhas negras.
Não tenho vergonha de dizer que hoje tenho 30 anos, 2 filhas, uma de 13 e outra de 9 anos (Sara e Ester), um passado completamente diferente do meu presente, noiva e com o meu casamento marcado após um ano e meio de namoro, de acordo com os preceitos da Palavra de Deus (e para as pessoas que não sabem, sem sexo), dia 08 de setembro, às 16hs, na Igreja Universal do Reino de Deus em Almada, será escrita uma nova página no livro de nossas vidas. O nosso casamento.
Um forte abraço!
Anaísa Freitas